Fundadora da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Nova Friburgo, Dorinha teve sua trajetória marcada pelo compromisso com o cuidado, acolhimento e melhoria da qualidade de vida de centenas de crianças, jovens e famílias atendidas pela instituição.
Sua atuação na causa da inclusão começou a partir de uma experiência pessoal, com o nascimento de seu filho Rafael Pacheco, que a levou a transformar sua vivência em uma missão de vida dedicada ao atendimento e à defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
Movida pelo amor de mãe, Dorinha transformou sua história em um legado coletivo. Quando foi preciso, levantou a voz. Quando necessário, abriu caminhos onde antes não havia. Com determinação e sensibilidade, mobilizou pessoas, sensibilizou autoridades e ajudou a transformar realidades.
Ao longo dos anos, ela foi peça fundamental na criação, consolidação e expansão da Apae no município, que hoje atende mais de mil pessoas e se tornou referência regional na área da assistência social.
Mais do que fundar uma instituição, construiu uma história baseada no amor, no respeito e na inclusão, sem distinções ou preconceitos.
Dorinha também esteve à frente da entidade por vários anos, contribuindo diretamente para seu desenvolvimento e fortalecimento ao longo das décadas. Mesmo após se afastar da gestão por questões de saúde, permaneceu próxima da instituição e da família.
A morte de Dorinha da Apae causa grande comoção no meio social e filantrópico de Nova Friburgo, onde é lembrada como símbolo de luta, dedicação e transformação social.
Fonte: www.serranewsrj.com.br







