Deputados pedem vistoria em 12 imóveis que o governo do estado pretende vender

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A proposta do governo do Rio de vender 48 imóveis do estado voltou a gerar polêmica entre os deputados da Assembleia Legislativa (Alerj). Nesta quarta-feira (20), durante a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Carlos Minc (PSB) e Luiz Paulo (PSD) questionaram a inclusão de alguns deles na lista e solicitaram que fosse feita uma vistoria oficial nas propriedades.

Luiz Paulo citou o debate na última sessão da Alerj sobre o Complexo Esportivo Caio Martins, em Niterói. O deputado afirmou que ao menos 12 dos 48 imóveis devem ser incluídos em um pedido de diligência para visitação.

“A gente vai precisar visitar os locais para constatar cada um deles. Há terrenos e prédios sendo vendidos sem definição de uso do solo. Para avaliar um terreno, é preciso conhecer seu potencial construtivo. Este é um dos projetos para os quais talvez precisemos decidir pela realização da diligência”, explicou Luiz Paulo.

O debate na CCJ começou com Minc, que manifestou surpresa ao notar que a lista incluía a sede do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, localizada na Rua da Carioca, no Centro do Rio. Segundo o deputado, o grupo mantém oito projetos ativos e já realizou obras no local no valor de R$ 800 mil.

“Um dos imóveis da lista é a sede do Arco-Íris, que foi cedida ao grupo Arco-Íris. Em dois anos, eles realizaram obras de R$ 800 mil e mantêm oito programas funcionando, em convênio com museus e secretarias. É simplesmente o grupo mais antigo. Eu quase caí para trás com isso”, afirmou Minc.

Em atualização.

Fonte: temporealrj.com

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