Os termos foram assinados entre 2022 e 2024 para prestação de serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). Auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) mostraram que a OS não comprovava a prestação de serviços e apontaram ausência de critérios objetivos na seleção da organização social, assim como contratações direcionadas — inclusive com empresas recém-criadas. Segundo os relatórios, do total desviado, R$ 91 milhões são recursos federais.
A investigação da PF começou em Macaé, mas encontrou contratos suspeitos de irregularidas também com as prefeituras de Duque de Caxias, São Gonçalo, Arraial do Cabo, Saquarema, Cachoeiras de Macacu, Santa Maria Madalena, Cordeiro e Quissamã.
Os investigados poderão responder por peculato, associação criminosa e lavagem de capitais.
Fonte: temporealrj.com


