Sahione ficou conhecido por sua passagem pela Core, que terminou em junho de 2020. Ele pediu demissão da Coordenadoria um mês após a operação policial que culminou na morte do adolescente de 14 anos em São Gonçalo. João Pedro morreu após ser atingido por um tiro de fuzil, disparado por um agente da Core.
Em depoimento ao Ministério Público do Rio (MPRJ) na época, o delegado disse que não conseguia dormir por conta da morte do menino. Sahione afirmou que o cargo de chefe da Core “não valia a pena” e se disse arrependido por não prestar condolências pessoalmente ao pai da vítima no dia do ocorrido.
O delegado assume cargo em um setor do GSI responsável pelo planejamento de uso das aeronaves a serviço do governo do estado do Rio. O setor presta apoio aos órgãos públicos nas operações aéreas de segurança pública e defesa civil em casos de situações de emergência.

Fonte: temporealrj.com


