Em nota, a defesa disse que Thiago só atuou em contratos da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc) como “fiscalizador”. A denúncia investigada pela PF acusa o deputado de participar de um esquema de direcionamento de contratos em escolas estaduais do Noroeste Fluminense para empresas específicas. Thiago é ex-vereador de Campos dos Goytacazes e tem reduto eleitoral no Noroeste.
Confira, na íntegra, a nota da equipe de defesa do deputado:
“Recebemos com surpresa a notícia da prisão preventiva do deputado Thiago Rangel, uma vez que sua trajetória pública sempre foi pautada pela ética, legalidade e moralidade no exercício do mandato.
No que se refere às acusações relacionadas à atuação em contratos da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), é importante destacar que o parlamentar tem exercido, de forma legítima, seu papel fiscalizador, inclusive por meio da apresentação de requerimentos de informações direcionados à referida pasta.
Ressaltamos, ainda, que sua relação com o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) sempre se deu em caráter estritamente institucional, no âmbito das atividades parlamentares.
O deputado Thiago Rangel confia plenamente na Justiça e irá demonstrar sua inocência ao longo do devido processo legal.”
Além dele, a PF também cumpriu outros seis mandados de prisão e 23 de busca e apreensão. As equipes cumpriram mandados na Alerj e em endereços da capital, de Campos, de Miracema e de Bom Jesus do Itabapoana. A ação faz parte de uma nova etapa da Operação Unha e Carne — a mesma que prendeu Rodrigo Bacellar.
Fonte: temporealrj.com


