De acordo com o documento oficial, o modelo atual de seis dias consecutivos de trabalho por um de descanso é classificado como uma “realidade exaustiva” que compromete a saúde física e mental da classe trabalhadora.
O texto defende ainda que a mudança resultará em dois pilares essenciais: justiça social e desenvolvimento humano, além de seguir a tendência de países que reduziram a jornada e registraram aumento de produtividade e bem-estar.
A partir da aprovação, a Câmara de São Gonçalo expressa o apoio da Casa à revisão da jornada de trabalho e à promoção da dignidade humana. O documento será encaminhado às instâncias federais competentes para somar força política ao debate que tramita no Congresso Nacional.
Fonte: temporealrj.com


