Em sua postagem, Salazar afirmou que as “missões médicas” cubanas configuram um sistema de escravidão moderna do regime. Ela comemorou a decisão da gestão do presidente Donald Trump contra o programa.
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A congressista também defendeu a pressão econômica norte-americana sobre o regime de Cuba. Ela argumenta que a receita obtida com a contratação dos profissionais da saúde beneficia a “elite castrista” e seus repressores, em vez de chegar aos médicos.
Por fim, Salazar direcionou uma crítica aos países e indivíduos que se aliaram a essa iniciativa. “Vocês não serão bem-vindos na terra da liberdade”.
Cuba recebia 70% dos salários dos profissionais do Mais Médicos
O Programa Mais Médicos, criado no Brasil em junho de 2013 durante o governo de Dilma Rousseff, foi uma iniciativa que gerou intenso debate. Realizado em parceria com o regime de Cuba, o projeto tinha como meta ampliar o acesso da população a serviços de saúde.
Recentemente, o programa ressurgiu no centro de uma controvérsia internacional. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou que os Estados Unidos aplicariam sanções contra os responsáveis do “programa de exploração de mão de obra cubana”.
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Acontece que, por meio de um acordo, o regime cubano retirava parte do salário dos profissionais — 70% de um valor estimado em R$ 12 mil. Desta forma, os médicos recebiam apenas 25%. A Organização Pan-Americana de Saúde ficava com 5%.
Além disso, muitos médicos alegaram desconhecer os termos do contrato firmado entre Dilma e o então ditador de Cuba, Raúl Castro. Com a posse de Jair Bolsonaro, Cuba determinou o fim da participação dos médicos no Brasil, levando-os a retornar ao seu país de origem.
Fonte: revistaoeste.com


