Câmara mantém o veto de Paes ao projeto que dispensava os idosos do Rio de apresentarem o cartão Jaé nos transportes municipais

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Os idosos do Rio precisam, sim, continuar a usar o cartão Jaé para ter gratuidade nos transportes municipais. A decisão foi tomada pela a Câmara do Rio, na sessão desta quarta-feira (03).

Os governistas se mobilizaram para manter o veto do prefeito Eduardo Paes (PSD) ao projeto de Júnior da Lucinha (PSD) e Paulo Messina (PL), que “proíbe nos transportes coletivos públicos — exceto nos serviços seletivos e especiais, quando prestados paralelamente aos serviços regulares, o uso de cartões, sistemas biométricos e outros mecanismos capazes de restringir o uso, pelo idoso, do direito a gratuidade”. O placar marcou 16 votos a favor do veto, nove contrários e apenas um, o de Vera Lins (PP), pela abstenção.

A proposta tinha como objetivo assegurar que o direito à passagem gratuita para idosos fosse garantido mediante a simples apresentação da carteira de identidade.

Ou seja, sem a necessidade de cartões específicos ou dispositivos tecnológicos.

Câmara derruba seis vetos

Mas este foi o único veto mantido na sessã desta quarta-feira. Outros cinco foram devidamente derrubados pelo plenário. Por unanimidade, foi rejeitado o veto ao projeto de lei  275/2025, de Flávio Pato (PSD), que dá o nome de Renadir Monteiro de Castilho à Rua da Comunidade, entre a Avenida Nossa Senhora de Fátima e a Travessa 136, na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá.

O mesmo aconteceu com o veto ao projeto 41/2025, de Flávio Valle (PSD), que declara patrimônio cultural de natureza imaterial do Rio a Feira Circuito Carioca de Artes e Culturas.

Assim como foi detonado o veto ao projeto 3388/2024, de Rafael Aloísio Freitas (PSD), que declara patrimônio cultural de natureza imaterial o projeto Cinemão Solar.

Os vereadores ainda jogaram pela janela o veto ao projeto 3187/2024, de Átila Nunes (PSD), que dá o nome de Nilza de Barros Lopes a uma praça sem nome em Inhaúma.

Derrubado ainda o veto ao projeto 2974/2024, de Tânia Bastos (Republicanos), que determina a disponibilização de material didático adaptado para os alunos diagnosticados com mutismo seletivo na rede municipal de Educação.

Fonte: temporealrj.com

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