No mês passado, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE) determinou a perda do mandato do político, por infidelidade partidária. No entanto, a defesa dele, representada pelo advogado Eduardo Damian, conseguiu efeito suspensivo para Ricardo seguir na Alerj enquanto o TSE julga o recurso.
Em 2024, Ricardo da Karol deixou o PDT — legenda pela qual foi eleito primeiro suplente em 2022 — para se filiar ao PL, a fim de concorrer à Prefeitura de Magé, pleito no qual foi derrotado. Ano passado, ele foi convocado a assumir uma cadeira na Alerj depois de Martha Rocha ser nomeada secretária municipal de Assistência Social do Rio.
A ação foi movida pelo próprio PDT, que pede que a Justiça Eleitoral siga parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE) e determine a posse imediata de Wanderson Nogueira (PDT), segundo suplente da legenda.
Fonte: temporealrj.com

