De acordo com as investigações, os deputados teriam usado contratos falsos em locadoras de veículos para desviar os recursos e promover a lavagem de dinheiro.
Sóstenes e Jordy estão na mira da Polícia Federal há um ano
A ação é um desdobramento da operação Rent a Car, deflagrada em dezembro do ano passado, em apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Na primeira etapa das investigações, só assessores dos dois deputados foram alvos dos mandados de busca e apreensão.
Na ocasião, os indícios incluíam transferências “sem justificativa aparente” e o chamado “smurfing” — como é conhecida a prática de dividir uma transferência de dinheiro irregular em pequenos depósitos sucessivos para que a transação não apareça no radar dos órgãos de fiscalização.
A PF apurava também a relação dos assessores dos deputados com uma empresa já citada em investigações por fraudes em licitação no Amazonas.
Em 2024, Dino havia negado o pedido de buscas contra os próprios parlamentares e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também havia se manifestado contra.
Mas desta vez…
Fonte: temporealrj.com


