Associações de moradores do Rio criticam projeto Praça Onze Maravilha e alertam para impactos na região

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O representante da Federação das Associações de Moradores do Município do Rio (Fam-Rio), Mauro Salinas, questionou os impactos ambientais e sociais do projeto de requalificação Praça Onze Maravilha. A declaração foi feita nesta terça-feira (10), durante a primeira audiência pública da Câmara do Rio para debater a proposta da prefeitura.

De acordo com Salinas, o governo municipal não tem considerado todos os riscos das grandes modificações previstas para a Praça Onze e o entorno do Sambódromo, o que, na avaliação dele, pode resultar em um “desastre para a região”.

“Está sendo proposta uma modificação radical de parâmetros que certamente trará impactos para essa região, sobretudo negativos. Essa intervenção, pela magnitude que se propõe e pela falta de cuidados que, no meu entendimento, estão sendo adotados, pode resultar em um desastre para a região. Há muitos fatores que precisam ser considerados e que não estão sendo”, afirmou.

Sobre o Praça Onze Maravilha

O projeto, uma das prioridades do prefeito Eduardo Paes (PSD) para 2026, cria a Área de Especial Interesse Urbanístico (AEIU) Praça Onze Maravilha, com regras específicas para viabilizar a requalificação da região e do entorno do Sambódromo. O investimento estimado é de cerca de R$ 1,75 bilhão.

Anunciado em novembro de 2025, o programa prevê, entre as primeiras ações, a demolição do Viaduto 31 de Março. O plano também inclui a criação da Biblioteca dos Saberes, projetada pelo arquiteto Francis Kéré, além da construção da Cidade do Samba às margens da Avenida Presidente Vargas.

Fonte: temporealrj.com

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