Em discurso no plenário, Soranz afirmou que os dados da área de segurança não estariam refletindo o mesmo cenário apontado pelos registros do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ligado ao Ministério da Saúde.
“Não se está classificando os dados de homicídio e os dados de pessoas vítimas de projéteis de arma de fogo. Os dados estão sendo manipulados para gerar uma falsa sensação de segurança”, declarou.
O ex-secretário sustenta que parte das mortes poderia estar sendo registrada como “causas indeterminadas”, o que, na avaliação dele, distorceria as estatísticas oficiais e dificultaria o planejamento de políticas públicas.
Além do pedido de informações ao governo federal, Soranz defendeu a criação do Cadastro Nacional de Vítimas de Ferimento por Arma de Fogo (CadFAF).
Fonte: temporealrj.com


