A justificativa central das duas propostas é o princípio da contrapartida pública. Segundo o parlamentar, nas regiões citadas, os moradores não têm acesso a serviços básicos, como segurança e infraestrutura, que estão pressupostos no pagamento do IPTU.
“Se o Estado não consegue garantir a segurança pública ou o acesso a serviços essenciais, como coleta de lixo e ambulâncias, é injusto exigir que o cidadão pague o imposto integral”, defende Isaac.
Os projetos ainda aguardam análise das comissões temáticas da Câmara de São Gonçalo antes de irem para votação. Se aprovadas, as medidas podem mudar a forma como o imposto é cobrado de gonçalenses que sofrem prejuízos materiais devido a alagamentos e em ruas onde o direito de ir e vir é cerceado pelo crime organizado.
Fonte: temporealrj.com


